Tenho muito medo das palavras pacto e união na política, geralmente tem coisas obscuras por trás do discurso apaziguador.
Dos pré-candidatos a majoritária em 2022 temos Rogério Marinho e Fábio Faria com discurso mais duro contra a governadora Fátima Bezerra, o restante ainda é muito light.
Benes Leocádio ainda não deu uma voadora na administração caótica de Fátima. Carlos Eduardo que sempre fez política com o fígado e radicalismo parece um monge budista quando o assunto é Fátima Bezerta. Haroldo Azevedo que é um direitista convicto até agora não avaliou o governo de petista.
Álvaro Dias não se lançou ainda ao governo, disse que tinha vontade, ainda carrega o simbolismo de ser adversário do PT.
Styvenson Valentim que é afiado para falar dos políticos parece tímido quando o assunto é Fátima. José Agripino acho que é masoquista, o petismo trata ele sem pena, mas ele mais parece um aliado de Fátima.
Henrique Alves foi chutado por Lula na passagem por Natal, fica em silêncio em relação a Fátima. Beto Rosado é outro que adora apanhar do petismo e fica calado.
Não entendo esse povo.