No Porto Brasil está a sociedade emergente do RN. O pedacinho do céu concentra todo o deslumbre que o dinheiro pode comprar. O condomínio só não é melhor porque os super ricos (donos das casas) dividem a piscina com a classe menos favorecida do Villa Imperial, localizado depois da Faixa de Gaza.
Dia de domingo, a piscina central do PB vira o Piscinão de Ramos, point da periferia do Rio de Janeiro na década de 1990.
Apesar do luxo, das festas particulares, os moradores não conseguem fazer eventos com toda a comunidade Portiana Brasiliense. É que falta dinheiro, isso mesmo. Os moradores não conseguem fazer cota para contratar cantores famosos na cidade. Não tem a tradicional farofada coletiva, é cada um por si, muitas vezes comendo só frango o verão todinho.
No litoral sul, o destaque é o condomínio Águas de Tabatinga, com programação intensa. A turma tem dinheiro para contratar gente famosa, tipo José Orlando.
As festas são disputadas e animadas. Segundo um morador, em vez de comprar copos Stanley, eles tomam a cerveja 🍺 no velho copo de vidro e também o carro mais luxuoso do condomínio é um Jeep Renegati, nada de Compass, então sobra dinheiro para comer, beber e farrear.
É meus amigos, o Porto Brasil antes tinha governador, prefeito, agora o condomínio perdeu poder, vive da farofada do Villa Imperial cheio de assalariados.