O condomínio Porto Brasil já teve seus dias de glória, esse veraneio não foi nada do esperado, o coronavírus fez uma aliança com a gripe influenza e devastou os planos de glamour do pedacinho do céu do RN.
A população do Porto Brasil foi bastante atingida por doenças agora em janeiro, principalmente a ala mais pobre, depois da Faixa de Gaza, o Villa Imperial. A altíssima densidade demográfica, o amontoado de gente, as moradias minúsculas, fizeram a festa do vírus.
O que mais chocou no Porto Brasil, foi a chegada de um morador provisório (inquilino) com um acessório inusitado, tornozeleira eletrônica. Point de status em algumas comunidades (favelas), a pulseirinha eletrônica não agradou alguns vizinho. Pura bobagem, o rapaz cumpre pena por tráfico internacional de drogas.
Vizinho é igual a cunhado, genro, nora, sogro e sogra, não se escolhe, vem junto com o pacote. O problema é quando o pacote chega com o bagulho.
Só falta um baile funk no Porto Brasil, as moças dançando só as cachorras.