Durante toda a pandemia de Covid no RN, as entidades representativas do sistema econômico foram tímidas - ou intimidadas - na defesa da liberdade de produzir, de trabalhar, de manter as portas abertas.
Entidades dobraram os joelhos para as medidas restritivas governamentais sem lutar para defender a liberdade de existir dos micro, pequenos, médios e grandes comerciantes e industriais.
Ora, nenhum petista do governo Fátima Bezerra jamais produziu um pé de alface sequer, e portanto não tem qualquer respeito pela cadeia produtiva.
Fátima paga os salários dos servidores em dia e Bolsonaro mantém o auxílio emergencial aos mais carente, a equação perfeita para a ausência de preocupações do governo do RN com os empreendedores potiguares.
Além disso, Fátima conta com parceiros fortes, como o MPF e o MPRN, agora somada ao grupo à Defensoria Pública do RN, na defesa do “fique em casa”, “a economia a gente vê depois”, movimentos esses que lacram a economia, o desenvolvimento, a capacidade de empreender.
Faltou coragem de reagir com altivez aos desmandos do governo Fátima. Um exemplo claro é a omissão da FIERN e seu presidente.