Um verão diferente, o único assunto do Porto Brasil é gripe e COVID-19. Tem uma turma que foi reinvindicar que a prefeitura de Parnamirim tinha que instituir o PSF (Programa Saúde da Família) no condomínio para tratar do H3N2.
Continua a discriminação com o pessoal do Villa Imperial, a parte pobre do condomínio, moradores do Porto Brasil (do lado rico) malham dizendo que o governo tinha que desapropriar aquele pedaço do condomínio para fazer um hospital de campanha.
Tratam os gripados por variantes, tem as variantes Casas, Sagres, Villa Colonial, Villa Real e Villa Imperial.
Dizem que a variante Villa Imperial é atrevida, só quer ser COVID-19, gosta de aparecer, é espalhafatosa e na verdade não é nada demais. Que maldade!
A variante Casa é maior, requer investimentos (caixa de Tamiflu custa R$ 300), chama atenção porque derruba, mas os contaminados são discretos.
A variante Villa Colonial a febre é alta (igual ao calor das unidades habitacionais), compartilhada em alto número porque é central, muito secreção, não é tão derrubata como a variente Villa Imperial.
A variente Sagres é isolada, localizada, no começo tem impacto, mas é a variante desejada por todos no condomínio. Até o espirro tem glamour.
A variante Villa Real é meia boca, não é febre alta e nem atrevida. Não impacta, mas também não faz feio. O risco que é proxima da variente Villa Imperial.