Começando o quarto ano do seu mandato, Fátima não tem a figura de um líder nem no seu governo nem na Assembleia Legislativa.
Dentro do governo, a guerra é fria e silenciosa. Quem tem o mínimo de destaque, é logo “queimado” e “fritado”. Exemplo? Cadu, que é secretário de Tributação.
O derrotadíssimo Mineiro até tenta aparecer, mas logo “cortam as asas”. Fica Raimundo Alves, o Raimundinho, que a governadora já disse que é quem vai cuidar da parte política.
Na Assembleia Legislativa, apesar de ter a maioria, Fátima sofre para ter uma liderança.
Começou com o coronel George Soares que ficou dois anos no posto de líder do governo.
Ano passado, o apático Chico do PT ficou com a missão.
Será que esse ano ela mantém ele ou vai buscar algum parlamentar da base?
Tá difícil.