Com as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2022 programadas para dois domingos de novembro, dias 13 e 20, os estudantes já estão naquele momento prévio de questionamentos sobre a melhor estratégia para seguir no momento da prova, como garantir agilidade nas resoluções e, claro, como ampliar as chances de acerto.
Além dessas estratégias, é preciso estar atento ao que é chamado de teoria de resposta ao item (TRI), uma espécie de medida que garante a isonomia das provas do ENEM, mesmo se aplicadas em períodos diferentes. A TRI baseia-se em modelos matemáticos que permitem a elaboração de provas diferentes com o mesmo grau de dificuldade.
Para trazer mais essa estratégia aos alunos, o Colégio Ciências Aplicadas promoverá no dia 27 de outubro, no Jornal da Manhã, numa parceria com a Rádio Jovem Pan Natal, o quadro “Extra Plus - Dúvidas sobre TRI”, para eliminar as dúvidas a respeito do assunto.
“A ideia é esclarecer sobre a TRI e mostrar que não se trata de um bicho de sete cabeças”, disse professor Alexandre Pinto, diretor do Ciências Aplicadas, lembrando ainda que “a preparação do aluno aplicado começa ainda na 1ª série do Ensino Médio, quando começam a ser avaliados nos mesmos moldes do ENEM, com as mesmas quantidades e nível de questões, criando intimidade com o tipo de exame e com a forma de avaliação, uma vez que conta com um sistema semelhante ao utilizado na TRI.
Ao final de cada bimestre, com o resultado em mãos, é possível mapear o que o aluno precisa melhorar e focar mais”, destacou Alexandre.
Sobre TRI
A teoria de resposta ao item (TRI) que é utilizada no Exame Nacional pressupõe que um candidato com um certo nível de proficiência tende a acertar os itens de nível de dificuldade menor que o de sua proficiência e errar aqueles com nível de dificuldade maior. Ou seja, o padrão de resposta do participante é considerado no cálculo do desempenho.