Esse foi o maior absurdo eleitoral da campanha. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, proibiu a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de realizarem qualquer operação envolvendo o transporte público disponibilizado a eleitores, seja ele gratuito ou não, sob pena de responsabilização criminal dos diretores-gerais de ambas corporações.
Com isso tudo pode trafegar ou traficar nos transportes públicos. Deu carta branca para circulação de dinheiro. É uma decisão surreal. Será que ninguém enxerga?