Carlos Eduardo começou a perder a campanha na escolha de sua equipe.
Trocou Rodrigo Alves, um advogado técnico, discreto, preparado, extremamente habilidoso pelo espalhafatoso advogado Top das Galáxias Érick Pereira. Na estratégia jurídica, Érick abriu os principais flancos que levaram a derrota de Carlos. Do TRE/RN, Érick conseguiu pautar a imprensa negativamente com as trapalhadas jurídicas. Deu argumentos a Rogério Marinho e Rafael Motta.
Na comunicação, Carlos retirou o articulado publicitário Rogério Nunes (ou Rogério da RAF) para colocar uma turma jurássica. Entraram Antônio Melo, Braga e Sávio Hackradt, todos colegas do faraó Tutâncamon, que tiveram algum destaque na década de 1980 do século passado, mas que pararam no tempo e foram resgatados por Carlos. Resumindo, uma comunicação analógica, da máquina de escrever.
Na troca de pessoas atualizadas e com conhecimentos por uma turma mais vaidosa e com egos inflados, Carlos fez seu principal colégio eleitoral, Natal, minguar. Rogério Marinho esperava perder em Natal por 70 mil votos, essa equipe de Carlos com uma campanha desastrosa fez essa diferença cair para 3 mil votos. Aí foi construída a vitória de Rogério.
Carlos agora terá que resgatar os amigos (Rodrigo e Rogério) que chutou. Ou então continuar no erro com Érick, Braga, Antônio e Sávio. Que seleção!