Nem mesmo começou o veraneio temos barraco no Porto Brasil. E não foi na periferia (Villa Imperial), o perrengue foi chic, no Sagres, a elite da elite do PB. O mais engraçado, sempre que imaginamos baixaria no condomínio de Luxo, pensamos de forma preconceituosa que são os pobres do Villa Imperial.
O problema é com a mulher do médico, ela se acha a dona do prédio e quer impor um silêncio de cemitério. Rico também gosta de música alta (estavam escutando "Pega o Guanabara") e aí começou o barraco. A turma fazendo um churrasco com direito a picanha (não foi mandada por Lula) T-Bond, bife ancho e lagosta, quando Dona Florinda (como é chamada jocosamente no prédio) jogou um balde com água na churrasqueira.
Já teve briga no grupo de WhatsApp com direito a nome feio. "Dona Florinda" diz que tem idoso e criança em casa, por isso não pode barulho. Mas, outro casal resolveu fazer um churrasco sem música, não teve jeito, ele reclamou da fumaça. Pense, é pior que dor de barriga.
Dona Florinda tem que construir um condomínio com o Advogado Top das Galáxias que chama até a polícia quando tem música na vizinhança. Esse povo deveria ir para um convento.