Imagine você ter uma entidade privada que tem servidores públicos trabalhando. Essa é a situação do Clube dos Oficiais da Polícia Militar do RN.
Para se ter ideia, dispõe de oito PMs da ativa à disposição nos serviços de ASG, salva vidas, limpador de piscina, professor de tênis, manobrista, recepcionista dentre outros.
Enquanto isso, a “atípica insegurança” segue firme e forte no estado.
Será que o comandante-geral aprova esse tipo de uso do servidor público em finalidade a uma entidade privada?