Perder é muito ruim. De uma simples bola a uma pessoa querida, como é difícil perder. As derrotas devem ser encaradas de frente, não adianta fugir ou negar. Sem aprender o que causou a derrota, o que poderíamos ter feito e como fazer para recuperar o que perdemos ou continuar a vida, a derrota fica grudada na pessoa.
Não é fácil saber que o Brasil vai ser comandado por um marginal ou que vamos caminhar rapidamente para o abismo, mas isso faz parte do sistema democrático. Até mesmo uma eleição com vícios, deve ser respeitada. O antídoto é tentar fazer que os vícios não se repitam.
O exercício de fazer oposição é uma tarefa árdua. A luta deve ser para preservarmos a liberdade de expressão, poder fazer oposição ao governo que vai entrar. Não adianta pressa, a batalha será árdua, desproporcional e só vai ter uma vitória em 2026. Lula tem que ser derrubado pelo voto, nas próximas eleições.
Como a oposição ao futuro presidente vai fazer para criar uma política de propostas que mereça a confiança de voltar ao poder. O primeiro passo para o retorno em 2026 é reconhecer que perdemos, aconteceram erros, principalmente da forma bélica de governar do presidente Bolsonaro.
Esperar as atitudes do presidente Lula. Ele próprio vai viabilizar o caminho da direita voltar. De fato, a gente (a direita) precisa não se auto-sabotar com arroubos extremistas. É um momento de paciência, muito mais de reflexão. Que 2023 não seja tão trágico na economia como imaginamos e que possamos reconstruir e pavimentar um futuro de vitórias e conquistas nas urnas.