Passadas as eleições algumas personagens se retiraram da cena para reagrupar forças e conquistar a sobrevivência.
Alguns notáveis simplesmente sumiram. O casal Dickson, por exemplo. Albert e Carla foram derrotados pela ausência de compromissos ideológicos. Estão sumidos.
Já Kelps Lima começou a navegar nas ondas do rádio. Talvez pretenda ser candidato a vereador em Natal em 2024. Não quer sumir.
Outros sumidos são Fabio Dantas, Raimundo Fernandes, Getúlio Rego, Jerônimo do Sertão, Pezão e outras figuras folclóricas que se imaginava tivessem carradas de votos em 2 de outubro passado.
Só Vivaldo Costa esperneia para voltar à Assembleia em uma jogada que mais uma vez colocaria lama no TCE.
Wendell Lagartixa também sumiu. Aguarda decisao do TSE sobre o seu mandato. Ubaldo está à espreita. Forças não tão ocultas trabalham para um lado e outro.
Até o “coroné” George Soares anda trabalhando longe da mídia para contornar o problema eleitoral do seu irmão Gustavo, prefeito de Assu, cujo mandato foi cassado em primeiro grau.
A governadora Fatima Bezerra também anda em baixa na mídia. Tenta escapar das pressões para renovar o secretariado, sob marcação cerrada de Walter Alves, ao mesmo tempo que ensaia emplacar correligionários no governo federal na gestão Lula. Tarefas que não parecem tão fáceis assim.
Enfim, entre vitoriosos, derrotados, sumidos, aparícios, o RN segue no mesmo passo do elefantinho. Vamos viver a era do "L" de lascados ou do 13 do azar.