No amontoada da festa de aniversário Augusto Carlos Viveiros, no Principado de Jacumã, uma socialite me ligou e disse que o ambiente estava misturado. Plebeus emergentes e nobres decadentes, todos juntos.
Questionei dizendo que o importante era a amizade reinante, o clima de amor entre os participantes do evento, o bem querer. De cara, a socialite me disse: A amizade no evento era tão real quanto as máscaras que Fátima Bezerra sai nas fotos da governadoria. Não entendi o comentário.
Ela explicou melhor, Fátima e muito menos o todo-poderoso secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves (o Raimundinho) estavam de máscara. Ela disse que o clima de amizade era tão intenso quanto a realidade de uso de máscara.
O que se viu foi uma rede de interesses e amizades artificiais. O importante era o poder e o que ele pode oferecer.
Pensei, como deve ser triste para sobreviver ter que ser um servo da governadora.