A história divulgada hoje por fiscais da Subsecretaria do Trabalho, em Mossoró, que encontraram uma mulher que passou 32 anos submetida a um trabalho em condições análogas a escravidão e, ainda, sofrendo abusos sexuais, pode ser ainda mais grave. Isso porque um pastor da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Mossoró e Região (IEADEM), Ministério de Missão, seria o responsável pelos crimes.
A notícia foi divulgada pelo Uol e replicada pelo blog do jornalista Saulo Vale. O escândalo envolveria o pastor Geraldo Braga da Cunha, acusado de abuso sexual e trabalho escravo. Ele negou as acusações.
Por meio de nota, no entanto, a igreja informou que Geraldo Braga da Cunha foi “afastado preventivamente de suas funções eclesiásticas e determinou, através da sua Diretoria, a abertura de procedimento administrativo disciplinar, para que sejam apurados os fatos e aplicada, se for o caso, conforme as constatações do processo, as penalidades previstas no estatuto e no regimento interno da igreja”.
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