Imagine alguém da direita questionar a candidatura de Lula por ser nordestino. Seria quase um crime federal, a turma da lacração ficaria eufórica, o cancelamento de quem dissesse algo a respeito.
Agora, quando é alguém da turma canhota que fala algo a respeito fica todo mundo caladinho. É o tal "preconceito do bem".
Quer exemplo? O "jornalista" Ricardo Noblat em seu blog postou que "só pode ser piada: um sanfoneiro nordestino para vice de Bolsonaro".
Não sabia que a região de nascimento e o fato de tocar instrumento musical fossem critérios para definir um candidato a cargo público.
Por certo, Noblat deve ter estudos, informações a respeito.
Será que a turma esquerda do Nordeste vai achar isso normal? Ou vão ficar caladinhos pelo fato de isso ter sido com um auxiliar de Bolsonaro?
O ministro não perdeu tempo e deu sua resposta a Noblat: "Lamentável esse tipo de ser humano (será?) ter espaço nos órgãos de imprensa.
Somos um só povo.
Sou SANFONEIRO NORDESTINO com muito orgulho.
Não sou LAMBE BOTAS DE EUROPEU,PRESIDIÁRIO E CACHACEIRO".