Mesmo com suas disputas internas, todo mundo sabe que o PT, quando quer, se junta para eleger os seus. Basta ver o exemplo de 2018 quando elegeram Fátima no governo, a patricinha bolivariana Natália Bonavides na Câmara dos Deputados sem falar na estridente Isolda e no apático Chico do PT, na Assembleia Legislativa.
Mas desde que começou a se falar na chegada do camarada Carlos (ex-Carlos Eduardo), a turma vermelha tem batido cabeça (sem trocadilhos).
Uns querem o camarada, outros rejeitam. Há os que pensam eleitoralmente em reeleger Fátima e eleger Carlos. Mas tem os que já visualizam uma traição caso ele se eleja.
Camarada Carlos é a semente da discórdia no terreno petista. Resta saber se vai germinar ou não.