Pacientes da Unidade de Pronto-Atendimento Nova Esperança, em Parnamirim, têm se deparado com muita espera no atendimento diante de pediatras. Os profissionais informam a ausência no horário em que já deveriam estar trabalhando, o que dificulta até a busca por substitutos.
Para que as crianças não fiquem desassistidas, o atendimento é realizado pelos médicos clínicos que estão de plantão na UPA, mesmo não sendo os médicos para este público e pertencendo a outro vínculo contratual.
E como o "cobertor é curto", quando os plantonistas socorrem as crianças, a fila dos adultos aumenta. Inclusive, há relatos de atendimentos a 300 adultos num único dia na UPA de Parnamirim, resultando uma situação insustentável.