Conversando com pré-candidatos a deputado federal chagamos a números totalmente fora da realidade.
O PT diz fazer 3 candidatos (mas de real mesmo tem Natália e Mineiro), o PP fala em 2 (concreto só Beto e Robinson, os outros candidatos não existem), o PL 2 também (só tem João Maia e Girão, não tem nominata), o MDB faz 1 (Garibaldi pode ser o mais votado e não ser eleito), o Solidariedade faz 1 (acho muito improvável atingir o quociente, o União Brasil faz 1 (Paulinho, Carla e Leonardo Rêgo estão na briga), o bloco Rafael, Jaime Calado e Henrique faz 2 (nem partido os 2 últimos tem). Só aí tem "12 eleitos" para 8 vagas.
Ainda tem os que brincam de ter nominata como o partido de Raniere Barbosa e os Jácomes.
Tem a turma avulsa, Benes Leocádio, Larissa Rosado, Jerônimo Sertã, Brilhante, Léo Sousa e Pezão que devem se encaixar em uma das nominatas acima. Ainda tem Roberta Lacerda que pensa em disputar. Todos com potencial de surpreender os "donos" das nominatas.
Pelos números que falam, essa turma vai ter perto de 5 milhões de votos. O problema é que só devem votar para deputado federal 1,7 milhão de eleitores.
Vejo nos cálculos das nominatas vereadores de cidades com 10 mil eleitores com 20 mil votos "contabilizado". Um candidato sem mandato me disse que tem potencial para 200 mil votos (🙈).
Sonhar é preciso, mas com um fundo de realidade. Esse texto é quase um conto porque esses cálculos fogem do mundo real.