O secretário de tributação Carlos Eduardo Xavier (Cadu) estava enorme dentro do governo Fátima Bezerra. Em um pântano de mediocridade, Cadu era chamado para resolver problemas da saúde, segurança, administração, finanças, comunicação e educação. Jogava nas quatro linhas.
Cadu cometeu um erro fatal, assinou a ficha de filiação do PT, deixou de ser um respeitado técnico e virou inimigo político de várias figuras do PT como o derrotadíssimo Mineiro, a patricinha bolivariana Natália Bonavides e a super amiga Samanda Alves (pessoa mais próxima de Fátima e a federal da governadora).
Cadu foi queimado, fritado e triturado. Hoje está escondido na tributação, sem ser consultado, sem protagonismo. De super secretário passou a ser um secretário sem prestígio. O que é uma pena, no terrível quadro escolhido por Fátima só se salvam agricultora (Guilherme) e comunicação (Daniel).
O melhor para Cadu é pedir desfiliação e voltar a ser técnico. O jogo partidário do PT não tem vaga (espaço) para inocentes.