Uma coisa eu acho interessante em Fátima Bezerra, sua vontade de deixar o derrotadíssimo Fernando Mineiro sempre dependente dela e sem mandato. Em 2018, ela conseguiu quando fez a patricinha bolivariana Natália Bonavides atropelar Mineiro.
Para esse ano, Fátima articula novamente a possibilidade de deixar Mineiro sem mandato.
Primeiro ela queria colocar o secretário de tributação Carlos Eduardo Xavier (Cadu) para deputado federal, a máquina petista não permitiu e ela acabou colocando Cadu de castigo, isso prejudicou a nominata.
Fátima começou então a apoiar Samanda Alves, sua secretária particular, mas a moça é pesada demais, por mais que Fátima colocasse a estrutura do governo para trabalhar, nada iria adiantar. Samanda vai por conta própria.
Fátima então começou a tentar desidratar a nominata petista, deixou por exemplo Cabelo Vermelho, Janeayre Souto, ir para o PSB bater esteira para Rafael Motta e Henrique, porém vai continuar apoiando a governadora. Foi só mesmo para prejudicar Mineiro. Não quis atrair Marcia Maia e Jaime Calado, que em tese tem menos votos do que Mineiro.
A governadora prefere que o PT faça apenas um deputado federal e não quer eleito Fernando Mineiro. Em público não fala isso, mas no privado suas atitudes são claras.
Quando Fátima quer uma coisa segue até o fim. O que ela fez com o senador franco-carioca Jean-Paul Prates, praticamente riscou do mapa, impôs humilhação, deixou Jean nu para ter um Alves por perto.
Em seguida a vítima foi o deslumbrado, risonho e elegante vice-governador Antenor Roberto, apesar de ineficiente, estava sempre pronto para sorrir e bater fotos, fiel como um cão de guarda. Quando escolheu Walter Alves levou Antenor a ter uma crise de choro na governadoria, isso entrou no folclore do poder.
A companheira Fátima parece muito com seu ídolo, Stálin.