Os dois principais Alves vão para o pleito de 2022 juntos, separados e com uma tendência forte de afogamento. Os primos Henrique Alves e Garibaldi Filho não jogaram bem na montagem das nominatas, olham o insucesso no horizonte.
Garibaldi depende de um milagre para conseguir sucesso, vai ter que atingir quase sozinho o quociente eleitoral, são necessários 180 mil votos. Para ajudar na tarefa Gari conta com uma ex-prefeita de Riachuelo, um vereador de Ceará-Mirim, a esposa de Dr Bernardo e a mãe de um vereador de Mossoró, além de Dr Pio. Não é fácil essa turma ajudar muito o ex-senador.
A situação de Henrique é pior ainda, faltam votos mesmo para sair do canto. De cara teria em tese que ter mais votos do que Rafael Motta, tarefa bem complicada. Fora isso, a nominata do PSB está no limite, depende de uma ótima votação de Rafael, de Henrique (vai ter no máximo 40 mil votos), de um vereador de Mossoró que defende causas de animais e de uma vereadora de Parnamirim. É bem difícil mesmo.
Os primos que dominaram a política do RN por 4 décadas perderam a mão, não conseguiram uma reciclagem, não se renovaram. De fato, Henrique foi aposentado em 2014 e Garibaldi em 2018. Estão apenas agonizando em praça pública.