A imprensa adora dizer que é imparcial, tudo balela. Todos os veículos de comunicação, seus proprietários e os jornalistas tem lado. Qualquer coisa que digam diferente é mentira.
Está começando a campanha, mesmo faltando quase 4 meses para o dia da eleição, é possível saber o caminho que o Brasil e o RN precisa seguir.
Votar em Lula é instituir a bandidagem, desarmar a população, priorizar o aborto, estatizar empresas, acabar a reforma trabalhista, limitar a liberdade da imprensa e enfraquecer a família. Apesar da "loucura", em quase 4 anos, Bolsonaro nunca tomou uma atitude para limitar direitos ou a democracia. Na economia, pegou a pandemia e as ações orquestradas de governadores, mesmo assim, o país voltou a crescer acima da média internacional depois da tragédia da COVID-19.
No RN, Fátima Bezerra foi um desastre. Destruiu a educação, deixou gente morrer sem respiradores, a segurança não existe. É envolvida em três escândalos, os respiradores, as diárias de viagens e com o museu da Rampa. Seu governo não tem UMA OBRA relevante. Em compensação, Fábio Dantas conhece a situação do estado, sabe o que precisa ser feito, é preparado e é a única opção viável para tirar o RN do atoleiro.
No senado a diferença ainda é mais gritante, Carlos Eduardo Alves não tem jogo político, é isolado, de difícil acesso, bruto, não tem o menor preparo para ser senador. Rafael Motta é um deputado federal fraco, não teve destaque, como única credencial para ser senador apresenta o fato de ser simpático, é muito pouco. Rogério Marinho tem os feitos como ministro do desenvolvimento regional, trouxe as águas do São Francisco, linhas de trem para a grande Natal, milhares de residências foram construídas, seu ministério realizou obras em todas as cidades do RN. Somado a isso, é preparado para ser senador, tem experiência, de fácil acesso, é bom de diálogo e é incansável no trabalho.
Sim, temos nossa chapa majoritária formada, temos lado e candidatos. Somos parciais contra a roubalheira, a mediocridade e a prepotência. Para o RN só existe um caminho, Bolsonaro, Fábio Dantas e Rogério Marinho.