O eleitor, sempre hipervalorizado em anos de eleições, está mais cabreiro em 2022. E mais caro, segundo os políticos.
Tratamos disso em post anterior (leia aqui). Se em 2018 a briga foi ideológica Direita x Esquerda, em 2022 teremos o foco na economia, realizações e promessas. Existe de fato uma grande divisão entre os radicais, mas a perspectiva do futuro é um grande trunfo.
Não será fácil convencer o eleitor a votar em candidato sem histórico de realizações no seu município. Aí entram as promessas de realizações futuras, pós-eleições. Não adianta reaparecer pedindo votos.
Para o cargo de governador no RN a disputa será entre a ausência de realizações de Fatima Bezerra versus as promessas de ajustes na máquina pública, visando o desenvolvimento econômico e social do estado, ofertadas pelo agora pré-candidato Fabio Dantas.
O eleitor é o rei nas eleições. Ao eleitorado compete escolher o candidato que corresponda aos seus anseios, expectativas e esperanças. Aí um grande problema de Fátima, sem obras e com fracasso na educação, saúde e segurança.
Desejamos que o eleitor do RN faça uma escolha justa, não se deixando enganar mais uma vez com o discurso fácil e dissimulado.