Jaime Calado tinha a maior oligarquia do RN, se achava um gênio político. Aí o irmão Fernando Lucena perdeu a reeleição para vereador em Natal. Em 2020, Jaime colocou novamente o concunhado Paulinho para ser prefeito de São Gonçalo do Amarante e para agradar a governadora Fátima Bezerra escolheu o inexpressivo Eraldo Paiva do PT para ser vice. Jaime pensava em 2022, escolhendo Eraldo para vice prefeito de São Gonçalo poderia cobrar ser o companheiro de Fátima.
O problema que Paulinho infelizmente teve uma câncer, aos 58 anos faleceu. Eraldo assume o poder. Paralelamente Fátima chuta Jaime da chapa de vice-governador. Jaime vai para uma campanha capenga para deputado federal, enfrentar seu cunhado João Maia, vão dividir votos.
Eraldo assume a cadeira de prefeito que agora é dele, com toda razão vai colocar suas pessoas de confiança que não são as de Jaime e Paulinho. Na verdade, Jaime será adversário de Eraldo em 2024, então tem que fazer a limpa mesmo. Os cargos são de confiança.
Mesmo que Eraldo tenha feito algum acordo com Jaime e Paulinho, tem uma regra essencial, não se pode confiar em petista. Petista só faz negócios com petistas. Veja que Fátima chutou Antenor, Rafael Motta, o próprio Jaime e Jean-Paul (esse não é um petista raiz, toma banho, é limpinho). Então Jaime ao querer ser sabido em 2020 colocando Eraldo para vice-prefeito com intuito de vislumbrar uma possível vice-governadoria em 2022 acabou dançando. Tem que aprender não se pode confiar em petista.
Ou seja, Eraldo é prefeito pleno, tem mesmo que colocar a patota dele. Nesse caso aí, Jaime quis ser o sabido e dançou. Agora Fátima vai ajudar a prefeitura de São Gonçalo para derrotar Jaime em 2024.
Em tempo, Jaime não vai ser eleito deputado federal, seu irmão não é mais vereador de Natal, seu cunhado João Maia não deve ser reeleito, seu concunhado Paulinho faleceu, sua cunhada Terezinha vai para uma eleição de estadual sem a estrutura da prefeitura de São Gonçalo e sua esposa Zenaide está na cadeira de senadora sem a menor possibilidade de uma reeleição. A oligarquia de Jaime está capenga.