Nada pode ser mais perigoso para um casamento que a prática do Beach Tennis (BT). É quase que fatal, as bolinhas se misturam e acaba em confusão.
Um juiz de Natal apaixonou-se perdidamente por uma colega do BT. Amor desses grandes, roxo, de faltar o ar. Depois das partidas de BT à noite, tinha sexo, podia ser dentro do carro ou no apartamento dela.
O amor foi ficando sério, esquentando. Eles passaram a jogar menos (não trocavam selinhos na quadra) e se dedicaram completamente ao sexo explosivo.
Depois de alguns meses, a esposa do nosso cativante jogador foi ao clube de Beach Tennis e encontrou a amante do marido. Foi direto ao assunto, perguntou se ela estava tendo um caso com seu esposo. A resposta foi direta, sim.
Não satisfeita a amante foi mostrar as provas para a migistrada, sua excelência quase desmaiou. Declarações de amor, mensagens e até o cartão de crédito dele era registrado no ifood dela.
Mais um casamento acabou na cidade. Porém, o juiz perdeu completamente a confiança na amante, resolveu acabar tudo, ficou sem as duas, a esposa e a colega de BT. Tristonho, quase que sem forças, a depressão tomou conta dele. A bolinha ficou murcha, perdeu a graça.
O Beach Tennis tem a solução para tudo, apareceu a Barbie Master, quase que de porcelana, já entrando na terceira idade e devolveu a alegria para o julgador. Ele voltou a jogar com força todo apaixonado, com direito a selinhos a cada ponto e raquetadas.
A amante abandonada recentemente jogou uma partida contra o novo casal e perdeu com sua dupla. A juíza traída para descontar fez a matrícula em um novo clube de Beach Tennis, quer arranjar um namorado, vai conseguir rápido.
É assim seguimos nesse apaixonante jogo.
*Isso é um conto, não é real.