A campanha acabou e a raiva que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dos policiais militares aflorou de vez. Nesta segunda-feira (9), ele criticou a suposta "a omissão das Forças Armadas perante os acampamentos de bolsonaristas e extremistas radicais em frente a quartéis em todo o país".
“As pessoas estão livremente reivindicando o golpe na frente dos quartéis. Nenhum general se moveu para dizer: 'não pode acontecer isso, é proibido pedir isso, não vamos fazer isso'. Dava impressão de que gente tinha que gostava quando o povo estava clamando golpe. Lá [em São Paulo] tinha barraca, almoço, churrasco, banheiro químico, como aqui em Brasília”, disse.