A disputa política pelos cargos federais no Rio Grande do Norte fez uma vítima importante: o diretor-geral do Ibama, Rondinele Silva Oliveira, foi exonerado do cargo. Ele deixa um histórico de conquistas pelo órgão e avanços relevantes durante sua gestão, aparecendo como defensor do meio ambiente, mas não como impeditivo ao desenvolvimento do RN.
Com Rondinele a frente, o Ibama implantou a audiência prévia, com o autuado, onde mesmo podia ter um desconto no valor de 60%, e era convertido para o centro de triagem animal (Cetas), para compra de ração, equipamentos, diminuindo assim o gasto de dinheiro público e acelerando todos o procedimento. Isso era bom para todos, inclusive, para os animais que recebiam melhores cuidados.
O Ibama também conseguiu sete drones para a fiscalização e comprou uma nova embarcação (a primeira do Estado, por incrível que pareça), para fiscalizar a pesca irregular de barcos que vem realizar na costa do estado.
O receio do investidor agora é que o Ibama seja gerido por algum defensor de calango.