Detalhe da nota divulgada pela Casa da Ribeira sobre o Complexo Cultural da Rampa é que a Instituição confirmou que gastou 76% dos R$ 3,4 milhões, que conseguiu arrecadar por meio de incentivo fiscal, com itens como consultorias, serviços, projetos, pesquisas e obras de artes. Ou seja: itens de valor subjetivo.
A Casa da Ribeira explicou:
"Dos R$ 7.478.727,00 aprovados pelo Programa de Incentivo Cultural Câmara Cascudo, foram captados R$ 3.478,270,00, dos quais foram entregues 76% em serviços, pesquisas, projetos executivos, consultorias técnicas, equipamentos, acervo e obras de arte. É importante frisar que, conforme disposição legal, o Acordo de Cooperação ocorreu sem transferência direta de verba pública por parte do parceiro público ao parceiro privado."
O promotor Afonso de Ligório deve começar agora a se debruçar sobre a prestação de contas do que foi gasto pela Casa da Ribeira. É dinheiro público.