Calma, não no voto. Assim, se Carlos Eduardo tivesse tido a humildade de ser o suplente de senador do franco-carioca Jean-Paul Prates, talvez a história fosse diferente.
Seria impensável ele aceitar, mesmo porque Carlos se acha uma grande liderança, pode ser em Natal, mas ninguém conhece ele depois da Reta Tabajara.
Jean seria o candidato natural do PT. Carlos foi enfiado pela goela e acabou gerando a candidatura de Rafael Motta. Caso tivesse sido o canditato titular, Jean estaria ministro e Carlos senador.
Fátima Bezerra tem uma dívida grande com Jean, atropelou o franco-carioca. mas aí tem uma questão, ninguém cresce ao lado de Fátima, ela quer todos os espaços.