Mudou o governo, acabou o consórcio criado pela grande imprensa (g1, Estadão, Folha de S.Paulo, UOL, O Globo e Extra) para contar o número de mortes da Covid-19 e tentar colar em Jair Bolsonaro os problemas causados pela pandemia.
Os veículos de mídia publicaram por volta de 20h textos parecidos anunciando que não irão mais fazer a divulgação em conjunto, depois de 965 dias. O grupo disse ter encerrado “sua missão de garantir a transparência sobre o impacto do coronavírus e da vacinação”.
Embora o consórcio tenha afirmado ao longo desses 965 dias que era realizada uma apuração em conjunto e independente com profissionais dos 6 veículos, na realidade, o grupo dependia dos dados do Ministério da Saúde como qualquer outra publicação que divulgavas as exatas mesmas informações. Quando o sistema do governo federal apresentava problemas, impactando a maioria dos Estados, o consórcio ficava vendido e era evidente que não havia nenhum tipo de apuração independente.