Uma criança de 12 anos e o pai dela estão vivendo um verdadeiro martírio por causa do desmantelo na saúde pública estadual.
O garoto sofreu um acidente de bicicleta na quarta-feira, em Caicó, e fraturou a perna em dois lugares.
Rapidamente, o pai levou o filho ao hospital da cidade. Chegando lá, foi informado que a cirurgia seria só na quinta-feira, mas adiaram por causa do feriado.
O pai botou pressão dizendo que ia denunciar o caso na imprensa e logo tentaram contornar a situação.
Nisso, informaram que o procedimento cirúrgico seria na sexta-feira.
Mas foi novamente adiado. Motivo? Tinha médico no hospital, mas não tinha anestesista sob alegação de ser ponto facultativo ontem.
Ou seja, a criança ainda está sem a cirurgia feita e o pai segue na angústia de ver o filho nessa situação.
Agora, se tinha médico e o ortopedista faltou sob a justificativa do ponto facultativo, quem foi que liberou ele do trabalho?