No dia da morte de Antônio Roberto dos Santos Rocha, 20 de outubro, a governadora Fátima Bezerra e a secretária de saúde Luane Ramalho estavam comemorando com a ministra da saúde Nisia Trindade em Caicó, realizações da saúde pública. Gritavam "viva o SUS". E os bestas aplaudindo.
No dia 10 de outubro, as 2h da manhã, o desembargador Cláudio Santos, que estava no plantão, mandou o estado transferir e internar Antônio Roberto, que estava em uma UPA em Parnamirim. O caso era tão grave que o Oficial de Justiça foi convocado para intimar imediatamente o estado.
No dia seguinte, o processo foi para o gabinete da desembargadora relatora Lourdes Azevedo. Foram duas intimações e a desembargadora ainda mandou novamente a estado cumprir a ordem concedida no plantão. Nada. Antônio Roberto morreu sem entrar no hospital.
10 dias com uma ordem judicial do TJRN, a secretária e a governadora não obedeceram. O grito "Viva o SUS", foi malhando da população e do TJRN. Uma afronta a Antonio Roberto.