Nos últimos 2 anos, para entrar no Porto Brasil com estilo tinha que ter pelo menos um Jeep Compass. Menos que isso, a pessoa era olhada com desconfiança. Depois da Faixa de Gaza, no Villa Imperial, até mesmo pelo baixo poder aquisitivo da turma, os coitados financiavam os carros em 72 meses com aquela parcela alta para o final. Isso tudo para ser incluindo da sociedade do Porto.
Pois bem, esse ano a tendência mudou.
Chegaram os carros elétricos. Compass virou coisa do passado. O chic é carregar o carro na tomada, igual ao celular. Para ser "querido" no Porto Brasil tem que ter seu carro elétrico. A corrida nas concessionárias começou. O problema que a turma da Faixa de Gaza não crédito o suficiente para realizar a compra.