Falar de Super Bowl é ter de necessariamente usar o superlativo. Não é apenas um jogo para decidir o campeão da NFL, a liga profissional de futebol americano.
Shows de popstars, lançamento de filmes, comerciais milionários: tudo faz parte do espetáculo. Falar de Super Bowl é também lembrar que, mesmo na grandiosidade, alguns avanços acontecem aos poucos.
Afinal de contas, é um evento colossal, que atrai os olhos até mesmo de quem não é fã do esporte. E movimenta números astronômicos.
Trata-se do evento mais assistido nos Estados Unidos. No ano passado, 110 milhões de americanos pararam para ver a transmissão da final – audiência três vezes maior que o discurso do Estado da União, quando o presidente norte-americano presta contas ao congresso. A final da Copa do Mundo do Catar teve 17 milhões de espectadores no país. A cerimônia do Oscar, 15 milhões. E a final da NBA, a liga de basquete, outro esporte pelo qual os americanos são aficionados, atraiu 13 milhões de espectadores.
De olho nessa visibilidade, as empresas estão dispostas a investir pesado: uma inserção de 30 segundos no intervalo comercial do Super Bowl custa, em média, US$ 7 milhões.
“Nós queremos fazer da NFL um esporte global. E acho que vamos continuar nesse caminho. Nós quebramos todos os recordes nos jogos internacionais neste ano, seja em audiência ou em público nos estádios. Esse entusiasmo é extraordinário” afirma Roger Goodell, comissário da NFL.
No Brasil, a NFL vem ganhando espaço a cada dia. O futebol americano, esporte desconhecido no país até o começo do século, hoje caiu no gosto das pessoas. Não à toa que, há anos, o Brasil é o segundo país que mais assiste à liga fora dos Estados Unidos, ficando atrás apenas do México.
CNN Brasil