A crise no RN não é de segurança pública, mas de insegurança geral e irrestrita. Se assim não fosse, escolas e universidades não fechariam. Ônibus e trens circulariam livremente. As pessoas não se abrigariam em suas casas durante o horário de trabalho.
Apesar de todo o aparato disponibilizado em termos de força policial, ataques ainda ocorrem em Natal e vários outros municípios do estado em uma demonstração de que os criminosos não temem o poder estatal.
A Sesed e seu secretário politiqueiro; a PM e seu comandante insípido; a Força Nacional e a ausência de demonstração de força; a PRF que veio sem vir; o MPRN que virou protagonista das operações policiais quando percebeu que o cavalo estava passando selado na sua frente; todos juntos e misturados não evitaram uma bomba caseira na Ponte de Igapó, veículos incendiados, prédios atingidos por disparos, “salves” diários etc.
A sensação de insegurança só não é maior que a relutância de Fátima Bezerra em chamar as Forças Armadas.
Nem o grandiloquente ministro Flávio Dino conseguiu fazer cessar os ataques, apesar da sua experiencia em lidar com os chefões das facções, como fez no Complexo da Maré no Rio.
A governadora Fátima e seu staff da segurança estão perdidos, dependentes, transferiram a responsabilidade para o
governo federal, apesar de pousarem na propaganda de tv como os grandes mentores dos contra-ataques.
Enfim, o povo do RN se acostumará e fará o L novamente em 2026, recompensando a incompetência, a ineficiência, a inaptidão, seja aqui ou em Brasília.