A decisão da juíza Luíza Cavalcante Passos Frye Peixoto de não julgar a ação das entidades empresariais contra o aumento do ICMS pelo governo mostra, de verdade, o quão essa turma está amarrada à Fátima Bezerra.
Com argumentos técnicos e temporais, a magistrada explicou o fato de não julgar a matéria: “Não há elementos que evidenciem que a medida não poderia ter sido requerida durante o expediente normal ou o plantão diurno, já que o decreto estadual questionado data de 24 de março de 2023”.
Os empresários quiseram “sair bem na foto” com seus associados, mas a juíza tratou de esclarecer os fatos e agora colocou os representantes das instituições em uma saia justa.
Por que só na véspera da medida entrar em vigor que fizeram isso?
Essa é a principal pergunta que os associados vão fazer aos dirigentes das instituições.
Quiseram “dar o L” e deu errado.