Essa é a ideia que vem sendo compartilhada entre alguns integrantes da segurança pública e do sistema prisional do Rio Grande do Norte. O Estado está atrasando propositadamente o pagamento da empresa que fornece as tornozeleiras eletrônicas para facilitar a liberação dos presos e deixá-los sem monitoramento.
Depois da Semana Santa, teve uma suspensão porque o Governo Fátima devia 5 meses de pagamento a empresa responsável pelo fornecimento. Pagou dois meses e a empresa liberou mais 50 equipamentos, que já estão perto de acabar novamente.
A partir daí, quem tiver progressão de regime ou for condenado ao regime semiaberto ficará em liberdade sem qualquer fiscalização. Ou então recolhido em Alcaçuz, que já está superlotada
Como o governo pode, mas não resolve, já circula a tese de falta de pagamento proposital.