Para o economista Cláudio Frischtak, o novo marco legal do saneamento impulsionou os investimentos no setor. Passaram de R$ 15,1 bilhões, em 2020, para os R$ 24,4 bilhões projetados para este ano.
Ele também é crítico das recentes mudanças no marco: “Talvez o ato mais infeliz do novo governo”. Para o nosso especialista, as alterações levam a mais insegurança jurídica, maior imprevisibilidade regulatória, afastam investidores e adiam objetivamente a universalização.
Ancelmo Gois - O Globo