Fui dormir triste, com medo, para baixo, tudo por causa da venezuelização do Brasil. Acordei certo que tenho que lutar contra isso, não tem tempo ruim para cair. Muito pelo contrário, enquanto mais difícil, mais importante é nosso papel, nem que custe muito caro.
O Brasil da ditadura, de Lula, de Alexandre de Moraes, da mordaça, que quer censura e cassa adversários não pode prosperar. Não podemos aceitar o poste mijar no cachorro. O crime não compensa, apesar do presidente já ter passeado por vários crimes do código penal.
Nosso papel é lutar contra isso, é mostrar nossa visão, gritar contra os erros, ter coragem, não calar. Pronto para o pau, para lutar contra o PT, Lula, Dino, a parte podre do judiciário, as injustiças, nada vai me amedrontar. Minha luta é pela liberdade, é o respeito aos votos, a vida, a propriedade.
É uma guerra e estarei na linha de frente, sem ser intimidado. Minhas armas são as palavras, minha trincheira é a comunicação, meu limite é o compromisso com meus leitores, ouvintes e telespectadores. Estou com sangue nos olhos. Empunhando as armas que tenho (um teclado) para mostrar cada vez mais para as pessoas as barbaridades dessa cambada.
Independência ou morte!