Parece que a denúncia de agressão sofrida pela jornalista Delis Ortiz virou mais um daqueles casos clássicos de seletividade petista e da esquerda.
Não vi nas redes sociais demonstração de solidariedade à repórter e revolta à atitude dos seguranças do ditador Maduro.
Nem mesmo das mulheres que se dizem esquerdistas e que falam alto quando o assunto é ser feminista.
Ficaram todas caladinhas. Não vi Fátima, não vi a patricinha bolivariana Natália Bonavides, não vi a estridente Isolda, não vi Divaneide muito menos madame Brisa Bacchi defenderem a repórter e criticar a truculência a que ela foi submetida.
Por certo, seria preciso Delis ter carteirinha do PT ou ser daquelas militantes.
Ou não. Bastava o fato ter como acusado um governo que não fosse do agrado aos petistas e esquerdistas.
É a tal seletividade que já é uma marca dessa turma.