Vai feder a chifre queimado a confusão da advogada que se apaixonou pela outra parte no processo de divórcio da cliente.
Imagine você casar com um marido sem futuro, mas o amor era grande. Aí resolveu investir no marido, quando o sujeito acabou a faculdade e tornou-se médico, deu um chute na bunda.
A esposa procurou uma advogada para fazer o divórcio e dividir os bens. Na confusão da separação, a advogada começa a namorar com o rapaz, eles se apaixonam perdidamente e mesmo assim a doutora continua como advogada da causa. Pense que o médico tinha informações privilegiadas.
Agora a mulher duplamente traída vai procurar reparação na justiça e no Conselho de Ética da OAB/RN.