Assim como na política, já começou uma “guerra silenciosa” dentro da Arquidiocese de Natal com a nomeação do novo arcebispo.
Padres que querem se manter onde estão, outros que buscam espaços mais privilegiados.
Uma coisa em comum: a “queimação” contra os concorrentes.
Vai sobrar chafurdos e boatos para sabotagem. Vale tudo.