No cotidiano tem os pirangueiros profissionais. No veraneio eles se proliferam pelo litoral. A pirangagem acontece nas hospedagens, nas comidas, bebidas e festas.
No jornalismo por exemplo tem os pirangeuiros de festas e eventos, gente que vai com intuito apenas de jantar, por um prato de comida.
A pirangagem pode ser como no Águas de Tabatinga, onde fica o piscinão de Ramos, em torno de 20% dos moradores não entraram na cota do Fest Verão, mas convidam parentes, dançam, brincam como se tivessem pago.
No Villa Imperial, na Faixa de Gaza, no subúrbio do Porto Brasil, a pirangagem é na hospedagem, tem apartamentos com 25 pessoas. Lá não adianta tentar pirangar na comida, eles só comem castanha e amendoins. Na bebida, pior ainda, agora devido o liseu estão tomando Campari. É melhor uma injeção no olho.
Na sociedade decadente Muriu, teve um bloquinho de carvanal maravilho, mas não tinham ambulantes. Procuramos o saber o motivo, medo de vender fiado para a turma. Eu mesmo piranguei no final de semana na casa de minha prima com direito a hospedagem, comidas e bebidas.