Uma mudança no estatuto da Petrobras pode abrir margem para a indicação de um advogado que outrora havia sido rejeitado para uma vaga no conselho de administração da estatal.
O advogado Efrain Pereira da Cruz renunciou ao cargo depois de deixar a secretaria-executiva do ministério de Minas e Energia. Para o seu lugar na Petrobras, o ministro Alexandre Silveira formalizou a indicação do também advogado Renato Campos Galuppo.
Este, por sua vez, havia sido indicado para o mesmo posto em março de 2023, mas teve o nome reprovado pelo comitê de governança à época. A Lei das Estatais veda a indicação de quem possui ligação com partidos políticos há menos de três anos.
Galuppo possuía filiação ao Cidadania. No entanto, o novo estatuto da Petrobras removeu algumas das vedações previstas em lei e, agora, o governo tenta emplacar novamente a indicação do advogado.
Radar Econômico - VEJA