A internet tem sido o palco de um recente e controverso caso envolvendo uma noiva do Distrito Federal, Bruna Eloísa, e sua maquiadora de escolha, Jey Abrantes. O tema de discussão? A veracidade do motivo de uso do serviço de maquiagem por Bruna, que, para evitar os preços mais altos do pacote voltado para noivas, afirmou que precisaria da maquiagem para um batizado.
A descoberta da maquiadora e o início da discussão
Bruna passou pelo procedimento estético sem alterações, mas foi somente dias depois de seu casamento que a história ganhou novas cores. Recebeu mensagens de Jey Abrantes, que se disse lesada pela postura da cliente, surpresa que se intensificou após Bruna confirmar a verdade em um vídeo publicado no TikTok.
Opiniões divididas: exploração ou desrespeito?
A internet imediatamente se dividiu. De um lado, dezenas de usuários do Twitter, liderados pela influencer Malfeitona, parabenizaram Bruna, alegando que a decisão expôs o abusivo mercado de casamentos no Brasil.
Do outro, pessoas que acreditavam na transgressão da conduta de Bruna, e de que fornecedores de serviços para casamentos têm o direito de cobrar mais em razão da complexidade e exigência maior nesses eventos.
A alegação da noiva: “Não posso e não queria pagar uma maquiagem para noiva”
Sem desmentir o ocorrido, Bruna, em seu vídeo, justificou que tanto a possibilidade de pagar pela maquiagem de noiva quanto a vontade de adquirir regalias desse pacote estavam fora de questão para ela.
A esteticista pagou cerca de R$ 300 pela maquiagem, um valor significativamente menor que o mínimo de R$ 1.000 que estaria inclusos no pacote para noivas.
O Antagonista