O despreparo e a incompetência de coronel Araújo, secretário de (in)segurança pública, causaram desde a paralisação do estado por 18 dias em março do ano passado quando uma facção criminosa aterrorizou o estado a morte bárbada de uma advogada inocente.
Araujo é um equilibrista do poder, é competente na arte de agradar poderosos, de manter relações próximas com governantes, mas é pessimo em combater o crime, trabalhar com a inteligência, liderar, ser exemplo na efetividade.
Manter Araújo é ficar sempre um passo atrás da criminalidade, é chegar atrasado, é priorizar fotografias, entrega de medalhas e bandinha de música. Como bem disse o senador Styvenson Valentim, Araújo é um munganguento. Gosta de pirotecnia para ganhar holofotes, afogado em sua extrema vaidade.
O sangue da advogada Brenda Oliveira espirra no rosto do coronel Araújo. Sua passividade com o crime organizado fez a bandidagem perder o medo, extrapolar todos os limites, zombar das autoridades.
Duas provas do que falo, o furto de fios em Natal durante o dia. Os marginais não tem medo de nada, a segurança pública assiste passiva. E volto ao mês de março do ano passado, quando o RN viveu o terror e Araújo tremendo de medo.
O coronel Araújo só foi valentão com as velhinhas que acamparam no 16 RI, na Hermes da Fonseca. Ele queria prender as idosas. Falou grosso. Ele não tem pudor de passar constrangimento em público desde que fique pendurado no poder.