Toda cadeira privilegiada é paga em qualquer lugar do mundo. Se você quer sentar na primeira fila, em cadeiras especiais, seja aonde for, há um preço a se pagar. O caso hoje da moça que não cedeu o lugar para a criança na janela mostra bem o caminho que o Brasil quer seguir: o da lacração para conseguir facilidade. Se a mãe queria proporcionar uma janela para seu filho, que comprasse.
A pessoa pagou por aquele direito de uso. O fato de não ceder não lhe transforma em um desnaturado sem coração. A criança, obviamente, é a única que não tem culpa. Mas a mãe, que gravou e colocou a mulher em uma situação desconfortável, precisa de um melhor entendimento do mundo e, principalmente, de mais educação.