Uma verdadeira “guerra fria” acontece dentro do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.
E como pano de fundo tem uma nova empresa que assumiu os plantões na unidade hospitalar.
Segundo relatado ao blog, no dia que a nova empresa assumiu o serviço no Tarcísio Maia como num “passe de mágica” todos os prontuários dos pacientes foram apagados para dificultar o trabalhos dos novos profissionais e colocando em risco a assistência aos pacientes.
A suspeita recai sobre um médico que, de acordo com leitores do blog, estaria na “luta” para melhorarias salariais e da assistência da população.
E tem mais: há suspeitas que, por orientação desse profissional, colegas estão vasculhando documentos internos do hospital a procura de erros e no site do CRM além das buscas fazem prints de dados pessoais e fotos de outros profissionais sem falar em pedir fotos de prontuários de pacientes para expor os colegas, intimidar e ridiculizar.
Para fechar tudo isso: ele mostra um contrato falso tentando convencer aos colegas que existe uma cláusula que exige um tempo mínimo de formação para assumir o serviço.
Está mais que na hora do Ministério Público e o Conselho Regional de Medicina investigarem isso. Sempre existe resistência quando empresa nova entra, mas é questão de oferta de mercado.