A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tem a clara missão de asfixiar a pré-campanha de Jair Bolsonaro à Presidência da República.
Afinal, além do passaporte, o ex-presidente foi também proibido de ver e conversar com lideranças do próprio partido, dentre elas, Valdemar Costa Neto, e o general da reserva Valter Braga Netto, que também trabalha na sigla, o ex-ministro general Augusto Heleno.
Bolsonaro costuma dar expediente na sede do PL e tem contato praticamente diário com Valdemar e Braga Netto.